Sabemos o que não deveríamos saber.
Eu sei que você sabe que eu sei.
Eu sei que você sabe.
Você sabe que eu sei.
Você sabe.
Eu sei.
Bem-vindo ao Teatro do Absurdo.
Jucinara Rodrigues Bezerra.
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Agnosia.
Quem é você?
Ei, espere.. Eu conheço esse cheiro, ele sempre estar aonde estou.
Mas me diga, como te chamam?
Eu reconheço esse toque que me arrepia,
Mas esses olhos são tão distantes e essas mãos tão frias.
Esse abraço assim quente, me é tão familiar,
mas sobra tanto espaço entre nós, que nem chega a esquentar.
Porque essa sua voz me remete a tanta coisa?
Ela emite sons que não parecem ser reais, me soa como uma teia na qual eu posso terminar presa.
Então antes que isso ocorra, por favor, me diga só um nome.
Eu não reconheço você, não mais.
Ei, espere.. Eu conheço esse cheiro, ele sempre estar aonde estou.
Mas me diga, como te chamam?
Eu reconheço esse toque que me arrepia,
Mas esses olhos são tão distantes e essas mãos tão frias.
Esse abraço assim quente, me é tão familiar,
mas sobra tanto espaço entre nós, que nem chega a esquentar.
Porque essa sua voz me remete a tanta coisa?
Ela emite sons que não parecem ser reais, me soa como uma teia na qual eu posso terminar presa.
Então antes que isso ocorra, por favor, me diga só um nome.
Eu não reconheço você, não mais.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
E então houve a separação.. E você engaiolou meu rouxinol.
É, ele mesmo.. O motivo do meu cantar.
Um nó do qual nunca consegui desatar..
Hoje, eu sinto a falta que ele me faz,
Penso em ir salva-lo e solta-lo.. Mas sabe o que é?
Tenho medo de ficar no seu lugar,
Engaiolada, atada.. Desesperada..
Aaaaah, as metáforas.
É, ele mesmo.. O motivo do meu cantar.
Um nó do qual nunca consegui desatar..
Hoje, eu sinto a falta que ele me faz,
Penso em ir salva-lo e solta-lo.. Mas sabe o que é?
Tenho medo de ficar no seu lugar,
Engaiolada, atada.. Desesperada..
Aaaaah, as metáforas.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Queria poder fugir, conseguir me encolher toda e me esconder dentro de um livro.
"O mito da liberdade", irônico.
me encolheria tanto que me perderia entre as páginas,
seria aquela palavra covarde tímida e fora de concordância.
Ou poderia ser um rabisco no canto do papel, um número de telefone, talvez..
quarta-feira, 21 de março de 2012
Será que é algum pecado recitar versos enquanto estamos entrelaçados?
Porque estaria eu deixando de viver a real poesia para me contentar com uma mera ilusão escrita?
Mas como posso negar toda a inspiração que a tua respiração me provoca, como negar teu suspiro quente na minha nuca e não tentar eternizar esse momento?
Eu sei, sabemos, as palavras nada dizem, pra nada servem, além de nos trair.
Mas sem elas como posso eternizar esse cheiro de suor e sândalo no ar?
Como posso marcar no meu corpo a maciez do teu?
E esses momentos como ficam?
Apenas passam por nós?
É, passou.
Porque estaria eu deixando de viver a real poesia para me contentar com uma mera ilusão escrita?
Mas como posso negar toda a inspiração que a tua respiração me provoca, como negar teu suspiro quente na minha nuca e não tentar eternizar esse momento?
Eu sei, sabemos, as palavras nada dizem, pra nada servem, além de nos trair.
Mas sem elas como posso eternizar esse cheiro de suor e sândalo no ar?
Como posso marcar no meu corpo a maciez do teu?
E esses momentos como ficam?
Apenas passam por nós?
É, passou.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
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