segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Faço do teu corpo a minha gaiola.
Arranho-te pra marcar meu territorio,
Meu nome assinado com teu sangue coagulado..
Te abraço com as pernas
Na esperança de virarmos um só,
Juntos, grupados até o mundo virar pó.
Embalados nesse cheiro de suor..
E seguindo o nosso próprio compasso,
Ou melhor seria descompasso, do nosso ritmo cardíaco.
Faço do teu corpo a minha gaiola.

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