terça-feira, 6 de dezembro de 2011


"Porque perder tanto tempo com essas distrações?
Como tentar fazer o coração bater quando o mesmo se rejeita a isso?
Pra quê fazer tantos cortes se isso não irá fazer o sangue circular?

Coagulou.
Parou.
Estacionou."


O que ele diria:
Um brinde então, a esse odor de quarto úmido,
a televisão que não sintoniza.
Um brinde ao Domingo, ao tédio, a esse colchão imundo,
onde casais feios treparam por dias.
Eu sou herói de ninguém e quero um quarto sem espelhos.
Um corpo sem nome pra abraçar com os joelhos. (Altro)


Mas não, Obrigado!
Hoje prefiro dormir sozinha com meus joelhos.

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